Mostrando postagens com marcador agenda da pedofilia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador agenda da pedofilia. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 30 de setembro de 2014





A justiça italiana anulou a condenação de um homem por pedofilia, 
considerando que o tribunal de recurso havia subestimado a "relação amorosa" entre o acusado, de 60 anos, e a sua vítima, uma criança de 11 anos. 

Pietro Lamberti, funcionário dos serviços sociais da vila de Catanzaro (Calábria, sul de Itália), foi condenado em fevereiro de 2011 a cinco anos de prisão por atos sexuais com uma menor de 14 anos [N. admin: 14 não: 11! Onze anos tinha a menina! O Jornal O Globo parece estar se confundindo; V. fontes aqui e aqui], uma pena confirmada no mesmo ano após um recurso.

Numa decisão proferida a 15 de outubro, mas revelado por um órgão de comunicação social italiano mais de dois meses depois, o Supremo Tribunal anulou o julgamento e ordenou um novo julgamento em segunda instância.

Na opinião da justiça italiana, o tribunal de recurso não teve suficientemente em conta "o consenso" entre o homem e a menina, a "existência de uma relação amorosa, a ausência de coerção física e o facto de a menina estar apaixonada".

Segundo o jornal Il Quotidiano dela Calabria, que revelou o caso, a criança vem de uma família pobre, que tinha confiado a menina a Lamberti. Após uma série de escutas telefónicas, o homem foi apanhado em flagrante com a criança na cama.

Apesar de ter passado despercebida no momento da decisão, a sentença gerou reações de indignação nas redes sociais, com muitos a considerarem-na como uma "validação da pedofilia" pela justiça italiana.

Fonte: Diário de Notícias - Globo

domingo, 28 de setembro de 2014



Quem antes dizia que a agenda cultural da esquerda leva, inevitavelmente, à defesa de abominações como a zoofilia, necrofilia e a pedofilia, era considerado louco.

Isso só poderia ser paranóia de gente muito careta, certo? Errado!

Infelizmente, os piores temores são sempre passíveis de encontrar a realidade quando se trata de lobbys organizados da esquerda e sua fúria contra a família tradicional…

Em artigo intitulado “Pedofilofobia”, publicado na Folha de S. Paulo, no último dia 21, o filósofo Hélio Schwartsman questionou a decisão da Justiça que mandou recolher todos os exemplares da revista Vogue Kids.

A revista trazia fotos de adolescentes em poses sensuais. Schwartsman argumenta que a decisão judicial é “uma forma de censura”.

"A determinação judicial não constitui uma forma de censura? Ainda que se admita que as imagens sejam sensuais, isso configura um caso em que o Estado deveria ser acionado para passar por cima da autonomia das jovens modelos e de seus pais que autorizaram a participação na campanha?" 

De saída, o que mais impressiona é o filósofo questionar se adolescentes em fotos sensuais realmenteconfigura um caso que merece intervenção.

Mas ele se supera no parágrafo seguinte:

"Penso que a liminar viola o princípio da liberdade de expressão e que, mesmo que julguemos que a exposição das meninas em cenas insinuantes seja algo a evitar, o tipo de prejuízo psicológico com o qual estaríamos lidando aqui só é magnificado pela judicialização do caso".

Quais prejuízos psicológicos podem sofrer meninas impedidas de serem exploradas em fotos sensuais para fins comerciais?

Schwartsman revela aqui sua boçal ética utilitarista: se uma menina, recém-saída da infância, se sentir bem em ter seu corpo exposto de forma sensual, então, tudo bem.

Em seguida, de forma surpreendente, o filósofo reclama: “Por que, então, tanta gente apoia as investidas de promotores contra tudo o que aproxime crianças de sexo?”.

A resposta dele é que somos histéricos e temos sensibilidades “superaguçadas”:
Será que para Hélio Schwartsman os que se preocupam com a proteção da integridade física e moral de crianças e adolescentes são todos tirânicos?

Os que se e se inflamam diante de casos de abuso sexual de menores são histéricos?
Julio Severo já havia desmascarado o utilitarismo do filósofo quando o mesmo defendeu o aborto (com base em dados suspeitos, como de hábito no Brasil).

Schwartsman não fez uma defesa da pedofilia. Mas abriu um precedente perigoso. Foi o primeiro articulista, em um jornal de prestígio, a instrumentalizar o discurso em defesa da liberdade para relativizar a preocupação da sociedade em combater a pedofilia.

Lobby da pedofilia ganha força na Europa e nos EUA

Se o filósofo brasileiro não defendeu a pedofilia, outros intelectuais (estrangeiros) já o fizeram de forma bastante clara. Gente que influencia a (mimética) intelectualidade tupiniquim.

O biólogo e ateu militante Richard Dawkins declarou, no ano passado, que a “leve pedofilia” não é algo tão condenável assim. Ele usou como exemplo seu próprio caso na infância, quando um professor teria o colocado no colo e depois metido as mãos dentro de seu short.

Segundo o biólogo, o professor teria feito isso com vários alunos, mas não acha que nenhum deles sofreu algum tipo de dano permanente.Tampouco acha que pode julgá-lo com base nos critérios e valores de hoje, já que isso ocorreu há décadas atrás.

Quer dizer, não importa se as vítimas de pedofilia sofrem até hoje. Não podemos julgar os pedófilos do passado com os “padrões da nossa época”.

Em 2012 o The Guardian (publicação inglesa de esquerda) trouxe um artigo de Jon Henley, intitulado “Pedofilia: trazendo os desejos da escuridão para a luz”. No famigerado artigo, o autor diz com todas as letras:

"Mas há uma convicção crescente, nomeadamente no Canadá, de que a pedofilia deveria ser classificada como uma orientação sexual diferente, como a heterossexualidade ou homossexualidade."

Mesmo os leitores do Guardian, gente de esquerda, ultrajados, se manifestaram em cartas contra o artigo. Mas o jornal jamais se desculpou.

Não são apenas opiniões dispersas, aqui e ali, de forma desconexa.

A Associação de Psicologia Americana (APA), em recente edição do Manual Diagnóstico e Estatístico de Desordens Mentais, classificou a pedofilia como “orientação ou preferência sexual” em vez de desordem.
Conservadores denunciaram que a APA está “sob pressão dos ativistas da pedofilia”, e por isso, declararam que o desejo de sexo com crianças é também uma “orientação”. O vizinho que quer transar com a filha do vizinho é só um cara diferente.

Sim, agora progressistas de todo o mundo querem que a pedofilia seja considerada penas uma “orientação sexual diferente”. O pedófilo é apenas um “cara extravagante”.

“O escritor Alexandre Borges, diretor do Instituto Liberal, já havia denunciado a estratégia, em passo-a-passo” dos defensores da pedofilia pode ser resumida assim:

1 - Criar um eufemismo ou um novo nome para a pedofilia, abandonando o termo desgastado. Estão tentando emplacar algo como “amor intergeracional”.
2 - Tirar toda a responsabilidade individual do pedófilo: “ah, ele não tem culpa de se sentir atraído por crianças.”
3 - Fabricar estudos embusteiros e falsos para convencer a comunidade acadêmica e os formadores de opinião que é algo relativamente comum, que há farto material comprovando que a pedofilia é uma característica humana e que só é condenada pelo moralismo irracional burguês e cristão.
4 - A imprensa começa a abordar o assunto “sem preconceitos”, entrevistando os defensores do assunto na academia apenas para “abrir a discussão”.
5 - Filmes e novelas começam também a abordar o assunto “sem moralismos” e “humanizando” os pedófilos.
6 - O movimento ganha as ruas e é considerado uma forma de resistência contra a discriminação.

Alexandre Borges e Olavo de Carvalho foram os primeiros a alertar os brasileiros sobre a próxima etapa da campanha da esquerda pela destruição da família.

Olavo foi ridicularizado ou pouca atenção se deu ao resumo de Borges. Mas eis que estamos às portas de uma nova era de lobbys organizados. A primeira foi a dos movimentos LGBT.

Tudo isso ocorre primeiro na academia, depois na imprensa, até se torna lobby político.

Enquanto isso, os cristãos dão apoio a grupos políticos de esquerda que são receptores de todo esse tipo de demanda oriunda de lobbys organizados.

Muito se falou contra o preconceito aos que têm “preferências sexuais diferentes”. Esse discurso abre as portas para legitimização de todas as práticas sexuais.

O lobby da pedofilia é a próxima etapa.

A preferência por partidos de esquerda dentro das igrejas custará muito caro para as famílias brasileiras. Todos os que contribuem com o fortalecimento de grupos políticos alinhados aos lobbys do sexo alternativos são responsáveis pelo que virá a seguir.


Thiago Cortês é graduado em sociologia pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESP-SP). Há mais de dez anos trabalha como jornalista e, atualmente, presta serviços de consultoria política.

Publicado no Gospel Prime.

quarta-feira, 17 de setembro de 2014


15/09/2014 às 14:29


Fenômeno da modernidade: juventude cada vez mais precoce e adolescência cada vez mais longa. As crianças na mais tenra idade já são estimuladas a agir como adultos em relação à sexualidade, enquanto verdadeiros marmanjos continuam agindo feito adolescentes mimados e irresponsáveis. É algo espantoso!

Nessa sexualidade cada vez mais precoce, em tempos de relativismo moral exacerbado, constará como pauta na agenda “progressista” a relativização da pedofilia também. Não digam que enlouqueci ou sou paranoico. Na verdade, já ocorre isso, e era para estar em estágio bem mais avançado, não fosse a estratégia de cuspir na Igreja Católica acima de tudo.

Como escândalos envolvendo padres e garotos vieram à tona nas últimas décadas, a esquerda revolucionária, que subverte todos os valores morais, achou melhor recuar no tema da pedofilia, pois tinha nele uma arma poderosa para denegrir a imagem dos católicos. Tratou-se de recuo tático.

Não poderiam ao mesmo tempo propagar a ideia de que a pedofilia não é nada demais e demonizar os casos dentro da Igreja. Na dúvida, acharam melhor focar as energias contra o catolicismo. Mas agora já ensaiam novos passos na defesa – ou relativização – da pedofilia. Duvida? Então veja o que aconteceu com essa revista:

Uma liminar (decisão provisória) da Justiça determinou que a editora Globo interrompa a distribuição e retire de circulação os exemplares já distribuídos da revista “Vogue Kids”, encartada neste mês com a “Vogue”. A publicação já vinha sendo criticada por publicar fotos de meninas menores de idade em poses sensuais, vestidas de biquíni.

A decisão foi divulgada na noite desta sexta-feira (12) pelo MPT (Ministério Público do Trabalho), que havia entrado com uma ação cautelar contra a venda da revista, acatada agora pelo Juízo Auxiliar da Infância e Juventude do TRT (Tribunal Regional do Trabalho). A ação corre em segredo de justiça.

As queixas em relação ao ensaio “Sombra e Água Fresca” da revista chegaram ao Ministério Público Federal e Estadual e à Polícia Federal na quinta (11). Para o MPT, ela viola o princípio da proteção integral à criança previsto pela Constituição.

Fotos sensuais com meninas de dez anos! Que pais compactuam com isso? A revista tenta se justificar, diz que as fotos retratam as modelos infantis em um “clima descontraído”. Então é isso: vamos estimular pequenas Lolitas com o argumento de que tudo não passa de um “clima descontraído”. Afinal, ser mais recatado com crianças é coisa de “reacionário”, não é mesmo?

Em Esquerda Caviar, já havia cantado a pedra:

O jornal britânico de esquerda, The Guardian, publicou um artigo no começo de 2013 chamado Paedophilia: bringing dark desires to light, em que até mesmo a pedofilia é tratada como algo quase normal. O jornal deu espaço para Sarah Goode, da Universidade de Winchester, expor sua opinião de que um em cada cinco adultos são capazes, em certo grau, de ser sexualmente despertados por crianças.

Não satisfeita, Goode pensa que a compreensão é o caminho para lidar com a questão, e que permitir que pedófilos sejam tratados como cidadãos ordinários, com os mesmos padrões morais dos demais, respeitando e valorizando aqueles que conseguem escolher a restrição autoimposta, só traria ganhos à sociedade.

Os resultados dessa propaganda esquerdista começam a aparecer. Um rapaz foi preso no interior de São Paulo no começo de 2013 por abusar de seus próprios sobrinhos. No depoimento, apelou para a vitimização: era “vesgo e feio”, e era muita “tentação” trabalhar com aquelas crianças. No mais, ele mesmo fora abusado na infância, segundo alegava. Logo, queria “tratamento”, em vez de prisão.

Os intelectuais de esquerda infantilizaram tanto a humanidade, com a crença de que ninguém mais é responsável pelos seus atos, que chegaram ao limite de tolerar ou mesmo até respeitar os pedófilos! São infantis “inocentes” defendendo os infantis monstruosos. Será que a revolução cultural marxista não tem mesmo limites? Até onde vai na confusão entre liberdade e libertinagem?

Todo cuidado é pouco, caros leitores, pois essa turma não vai abandonar sua revolução cultural em curso. É preciso rasgar todos os valores, toda a ética, pois somente assim aquilo que é mais podre, mais abjeto, mais nefasto poderá ser visto como absolutamente normal. Afinal, nada é normal, i.e., tudo é normal. Até mesmo os pedófilos…




Nota admin. BQP: Fez-me lembrar da...

 Muito apropriado para crianças.

quinta-feira, 28 de agosto de 2014




Detalhe, o projeto prevê que mesmo se não houver consentimento dos pais para que a criança faça a cirurgia de mudança de sexo, essa criança pode autonomamente procurar a defensoria pública para garantir que sua vontade seja atendida.

O Projeto de Lei 5002/2013 - LEI DE IDENTIDADE DE GÊNERO, proposto pelos deputados Jean Wyllys – PSOL/RJ e Erika Kokay – PT/DF, em supra mencionados, trata acerca da viabilização e desburocratização para indivíduo ter assegurado por lei o direito de ser tratado conforme o gênero escolhido por  ele.  Por exemplo, se nasce homem e quiser ser tratado como mulher basta ir ao cartório, sem demasiadas burocracias e mudar seu prenome de João para Maria, e por conexão todos os documentos serão modificados em adequação ao novo nome.


O projeto define identidade de gênero como: 

Artigo 2º – Entende-se por identidade de gênero a vivência interna e individual do gênero tal
como cada pessoa o sente, a qual pode corresponder ou não com o sexo atribuído após o
nascimento, incluindo a vivência pessoal do corpo.


Facilidades para fazer a alteração de identificação civil

Artigo 3º – Toda pessoa poderá solicitar a retificação registral de sexo e a mudança do  prenome e da imagem registradas na documentação pessoal, sempre que não coincidam com a  sua identidade de gênero auto-percebida.
Artigo 4º – Toda pessoa que solicitar a retificação registral de sexo e a mudança do prenome e  da imagem, em virtude da presente lei, deverá observar os seguintes requisitos:
I – ser maior de dezoito (18) anos;
II – apresentar ao cartório que corresponda uma solicitação escrita, na qual deverá manifestar  que, de acordo com a presente lei, requer a retificação registral da certidão de nascimento e a emissão de uma nova carteira de identidade, conservando o número original;
III – expressar o/s novo/s prenome/s escolhido/s para que sejam inscritos.


Mesmo uma criança que não tenha consentimento dos pais poderá recorrer à defensoria pública para que sua vontade de mudança de nome seja atendida (Lembra do João que quer virar Maria do exemplo?)

Artigo 5º – Com relação às pessoas que ainda não tenham dezoito (18) anos de idade, a solicitação do trâmite a que se refere o artigo 4º deverá ser efetuada através de seus representantes legais e com a expressa conformidade de vontade da criança ou adolescente, levando em consideração os princípios de capacidade progressiva e interesse superior da criança, de acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente.
§1° Quando, por qualquer razão, seja negado ou não seja possível obter o consentimento de algum/a dos/as representante/s do Adolescente, ele poderá recorrer ele poderá recorrer a assistência da Defensoria Pública para autorização judicial, mediante procedimento sumaríssimo que deve levar em consideração os princípios de capacidade progressiva e interesse superior da criança.


Se uma pessoa for mãe ou pai e quiser mudar o sua qualidade paternal ou maternal no registro de nascimento do filho pode fazer (Por exemplo o pai que quer ser qualificado como mãe no registro do filho, fazendo assim o documento ficar registrado não mais com um pai e uma mãe, mas com duas mães, mesmo que a outra parte não concorde). O documento de casamento também pode seguir essa linha:

Artigo 7º
§2º Preservará a maternidade ou paternidade da pessoa trans no registro civil de seus/suas
filhos/as, retificando automaticamente também tais registros civis, se assim solicitado, independente da vontade da outra maternidade ou paternidade;
§3º Preservará o matrimônio da pessoa trans, retificando automaticamente também, se assim  solicitado, a certidão de casamento independente de configurar uma união homoafetiva ou heteroafetiva.


Mudança de Sexo e outros procedimentos a fim de adequar o corpo à identidade de gênero (Tudo pago pelo SUS)

O projeto garante também o direito à cirurgia de mudança de sexo, e não só isso, garante todos os procedimentos como ‘tratamentos hormonais integrais, a fim de adequar seu corpo à sua identidade de gênero auto-percebida’, TUDO ISSO BANCADO PELO SUS. 

Artigo 8º – Toda pessoa maior de dezoito (18) anos poderá realizar intervenções cirúrgicas  totais ou parciais de transexualização, inclusive as de modificação genital, e/ou tratamentos hormonais integrais, a fim de adequar seu corpo à sua identidade de gênero auto-percebida.
§1º Em todos os casos, será requerido apenas o consentimento informado da pessoa adulta e capaz. Não será necessário, em nenhum caso, qualquer tipo de diagnóstico ou tratamento psicológico ou psiquiátrico, ou autorização judicial ou administrativa.

Menores de 18 anos poderão fazer cirurgia de mudança de sexo, mesmo sem a autorização dos pais, seguindo os mesmos critérios da alteração do registo civil.

§2º No caso das pessoas que ainda não tenham de dezoito (18) anos de idade, vigorarão os mesmos requisitos estabelecidos no artigo 5º para a obtenção do consentimento informado.

↓
Artigo 5, §1º in fine poderá recorrer a assistência da Defensoria Pública para autorização judicial, mediante procedimento sumaríssimo que deve levar em consideração os princípios de capacidade progressiva e interesse superior da criança.

Artigo 9º – Os tratamentos referidos no artigo 11º serão gratuitos e deverão ser oferecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e pelas operadoras definidas nos incisos I e II do § 1º do art. 1º  da Lei 9.656/98, por meio de sua rede de unidades conveniadas.

O projeto está em tramitação e aguarda análise da Comissão de Direitos Humanos e Minorias ( CDHM ) da Câmara.



Fonte: Revolta Brasil

Encontrado no Fórum AntiNOM




(p/ ver a imagem em alta resolução, clique AQUI)


Palavras-chave: agenda da pedofilia ; legalização da pedofilia ; Brasil ; governo brasileiro ; gayzismo ; ditadura gay ; ditadura gayzista ; corrupção ; dinheiro público ;

sexta-feira, 15 de agosto de 2014



“Eu consigo colocar o pé na minha cabeça. Quer ver?”, pergunta Lara, de apenas cinco anos. Ela se desdobra em posições complicadas e doloridas para qualquer adulto, como se fosse feita de massinha. A elasticidade e flexibilidade de Lara são alguns dos resultados do pole kids, modalidade infantil do pole dance.

Entre os adultos, o pole dance é prontamente associado a uma dança erótica, mas a prática pode ter outro foco. Já existem campeonatos profissionais para atletas, tantos homens como mulheres, que levam em conta apenas o treinamento esportivo. Nas Olimpíadas de 2016, existe a possibilidade do pole dance ser classificado como uma modalidade específica, dependendo ainda da aprovação do Comitê Olímpico Brasileiro.


Lara adora praticar pole kids. Com cinco anos, exibe boa flexibilidade. Foto: Edu Cesar


O trabalho realizado com as crianças, por exemplo, é focado exclusivamente no esporte, assim garante a instrutora Nath Diniz, da Escola Internacional de Pole Dance, em São Paulo. Durante a aula, os alunos aprendem a escalar a barra fixa de ferro e a se sustentar apenas com a força das pernas, sem as mãos.

A barra giratória é a favorita das crianças. Nela, é possível fazer manobras como o “bumerangue”, girando em torno da barra diversas vezes. É quando Lara mais se diverte, deslizando como se pesasse menos do que uma pluma.


Olhar atento

Todas as performances da pequena acontecem sob os olhares atentos da mãe, Ana Carolina de Castro, e da instrutora. Ana Carolina é atleta da modalidade há mais de um ano e já participou do Campeonato Brasileiro de Pole Dance. Lara sempre observou os treinos da mãe, mas só começou a praticar de verdade há alguns meses, quando Ana Carolina instalou uma barra profissional em casa.

“Para ela, é pura diversão, nada mais que isso. Ela se sente superconfiante quando consegue fazer uma posição mais difícil e me mostra os bracinhos musculosos”, conta Ana Carolina. Lara treina na escola sempre aos sábados, por uma hora. Em casa, a mãe pega mais leve e só passa exercícios duas vezes por semana.

Gabriely, de sete anos, também tem energia de sobra para escalar e se sustentar na barra de ferro, só com a força das pernas. Ela ainda se sente insegura em relação às posições mais radicais, como quando é segurada de ponta cabeça pela instrutora, na barra vertical.


Lesão

As meninas sempre contam com o apoio da instrutora para arriscar acrobacias mais perigosas. Nath Diniz, que trabalha com pole dance especializado em fitness há mais de quatro anos, se divide entre as alunas para deixá-las confiantes.

“Nessa faixa etária, até os sete anos, elas têm receio de se machucar. Todo cuidado é pouco porque o corpo das crianças ainda está em desenvolvimento”, alerta a instrutora.

Por isso, o aquecimento é fundamental. As alunas flexionam braços, pernas e correm pela sala de exercícios. O alongamento de verdade só é orientado pela instrutora no final da aula de pole, quando o corpo está aquecido. Mesmo com os cuidados, alguns machucados acabam sendo inevitáveis. 

“Nenhum esporte tem zero risco de lesão, seja para adultos ou crianças. Os pais devem estar conscientes disso para evitar a superproteção dos pequenos. Nessa idade, eles têm um poder de recuperação imenso. Quanto mais estimularmos esse senso de independência nos filhos, maior será a autoconfiança deles”, pondera Jomar Souza, diretor da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte.

Para a pediatra Wylma Hossaka, do Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo, os pais devem verificar se há equipamentos de proteção ao redor da barra, como colchonetes, para amortecer possíveis quedas.

”Outra ressalva é em relação a lesões da fibra muscular ou deslocamento da cartilagem. Isso pode prejudicar o crescimento infantil. Se a criança reclamar de dores musculares ou nas articulações, pode ser um sinal de que o treino está muito puxado e é hora de parar”, observa a especialista.

Como em qualquer outra atividade física, o corpo sente os esforços e responde. Com a melhora do condicionamento físico, as alunas ganham mais resistência, flexibilidade e equilíbrio. Os músculos também ficam tonificados.

A flexibilidade, porém, não é garantia de força. O corpo das crianças ainda não aguenta movimentos pesados. Por isso, treinos de força ficam para pré-adolescentes e adolescentes.


Sensualidade

Lara e Gabriely encaram as aulas de pole com a inocência típica das crianças. Não se incomodam com os cabelos bagunçados ou as performances atrapalhadas, que nunca saem exatamente iguais às da instrutora. De sensual e erótico, as aulas não devem ter nada.

“Hoje, os pequenos têm um acesso facilitado à informação. Então, podem tentar reproduzir durante a aula alguns movimentos mais sensuais. Cabe aos adultos e aos profissionais colocarem um limite no pole kids. A linha que separa o esporte da sensualidade é muito tênue e merece atenção”, acredita Wylma Hossaka.

Nath Diniz acredita que existe muito preconceito em torno do pole dance, até mesmo com os adultos. Para ela, o segredo está no cuidado com o preparo das aulas, para evitar que qualquer atitude mais sensual seja imitada pelas crianças. Até mesmo a seleção musical escolhida é diferente, com hits infantis que fazem parte do cotidiano dos alunos.

Tatiane Dantas da Cruz, mãe de Gabriely e praticante do pole dance tradicional, não precisou lidar com comentários negativos quando resolveu inscrever a filha nas aulas temáticas. Ana Carolina, mãe de Lara, não teve a mesma sorte.

“Quando eu comecei a fazer pole dance, as pessoas ficaram chocadas. Perguntavam como é que meu marido lidava com isso. Foi ainda pior quando viram que a Lara começou a fazer aulas de pole kids. Algumas pessoas me disseram que era um absurdo permitir que uma criança fizesse essa ‘coisa de adulto’”, lembra Ana Carolina.


De quem é a barra?

Apesar das críticas e rótulos, a instrutora faz questão de ressaltar que o esporte tem aspectos positivos que vão além do preparo físico. A socialização é um deles. As crianças são colocadas em pares nas barras, para se revezar entre os giros e as performances com escalada. É aí que elas aprendem a respeitar o momento da outra pessoa.

Esse lado social ficou bem mais evidente em Gabriely depois que as aulas de pole começaram, acredita a mãe. “Antes, ela tinha vergonha de tudo, até de falar. Agora, está bem mais comunicativa, interagindo com as outras pessoas e crianças”, explica Tatiane.

Fonte: iG


Comentário BQP:  Mais uma obra de engenharia social para a campanha pró-pedofilia. Nos anos '90 as crianças dançaram Na Boquinha da Garrafa, até mesmo na televisão. Isso por acaso tornava a dança algo inocente? Que palhaçada. É questão de tempo até a pedofilia ser descriminalizada e os pais insatisfeitos serem chamados de "preconceituosos" ou, talvez, "pedofóbicos"; ou, talvez,  os "intolerantes" pais serão acusados de serem "contra o amor livre", ou termo similar. No ritmo que anda, a coisa não vai demorar tanto pra acontecer.



Palavras-chave: engenharia social ; agenda da pedofilia ; descriminalização da pedofilia ; legalização da pedofilia ; pedofilia no brasil ; nova ordem mundial ; direitos humanos ; liberalismo ; comportamentos sociais ; pedófilos



LER MAIS:

-> Agenda da pedofilia: ONU Concede Credenciamento ao Instituto Kinsey

-> Pedofilia: a próxima revolução dos "direitos sexuais"?  

quinta-feira, 3 de abril de 2014




Projeto também poderia legalizar o estupro conjugal. Partidários afirmam que texto apenas regula práticas que já existem.


Da France Presse

Um projeto de lei que, segundo seus opositores, legaliza o casamento das meninas e o estupro conjugal provocou uma polêmica no Iraque, semanas antes de eleições previstas para o fim de abril.

Os opositores ao projeto - que, segundo analistas, tem poucas chances de ser adotado - afirmam que representa um retrocesso em matéria de direitos da mulher e que pode agravar as tensões entre diferentes confissões do país.

Seus opositores ressaltam que um de seus artigos permite que as crianças se divorciem a partir dos nove anos, o que significa que podem se casar antes desta idade, e que outro prevê que uma mulher seja obrigada a ter relações sexuais com seu marido quando ele pedir.

Segundo um estudo de 2013 do grupo de pesquisa americano Population Reference Bureau (PRB), um quarto das mulheres no Iraque se casam com menos de 18 anos.

"Este projeto de lei é um crime humanitário e uma violação dos direitos das crianças", declarou Hanaa Edwar, que dirige a associação Al-Amal ("esperança", em árabe).

Os partidários do projeto de lei afirmam que o texto apenas regula práticas que já existem.

"A ideia da lei é que cada religião regule e organize a condição jurídica pessoal em função de suas crenças", estimou Ammar Toma, um parlamentar xiita do partido Fadhila.

No entanto, analistas consideram muito improvável que o parlamento iraquiano vote este projeto e afirmam que se trata de uma manobra política.

Assim, o primeiro-ministro xiita Nuri al-Maliki pode estar tentando deixar aberta a possibilidade de uma aliança com Fadhila após as eleições, que, acredita-se, não fornecerão maioria parlamentar absoluta a nenhum partido.

Fonte: G1 - Projeto de lei que permite casamento aos 9 anos causa polêmica no Iraque

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014



O pressuposto subjacente que levou ao aumento da legitimação do casamento entre o mesmo sexo agora está alimentando um esforço crescente nos meios acadêmicos para integrar a pedofilia.

Uma vez considerado tabu, os psicólogos estão começando a percorrer o mesmo caminho que ativistas LGBT estabeleceram mais de 50 anos atrás, insistindo que a pedofilia é uma "orientação sexual" inata, não um comportamento sexual aprendido.

Se pessoas nascem com uma atração sexual por menores, diz o argumento, suas "orientações" devem ser aceitas como normativas e não estigmatizadas.


Cantor diz que sua pesquisa conclui que  pedófilos compartilham características distintas de "conexões cerebrais." Ele afirma cerca de 1 a 5 por cento de todos os homens têm predisposição para ser essencialmente sexualmente atraídos por crianças.

Em uma notícia do New York Times sobre o trabalho de Cantor em 22 de dezembro, a repórter Laura Kane observou que a pedofilia "tem sido amplamente vista como um distúrbio psicológico desencadeado por trauma na primeira infância."

No entanto, muitos especialistas agora, ela escreveu, "a vêem como uma condição biologicamente enraizada que não muda – como a orientação sexual – em grande parte graças a uma década de pesquisa do Dr. James Cantor, no Centro de Dependência e Saúde Mental ".

No outono passado, a Associação Americana de Psicologia causou um alvoroço quando a última edição do seu alardeado Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais chamou pedofilia de uma "orientação sexual".

Após inquéritos de organizações de notícias, a APA emitiu uma "correção" afirmando que "orientação sexual" não é um termo "usado nos critérios de diagnóstico para o transtorno pedófilo".

Em um discurso durante uma reunião da Associação para o Tratamento de Abusadores Sexuais, Cantor traçou a idéia de que a pedofilia é uma característica do cérebro para o trabalho de Richard von Krafft-Ebing, um psiquiatra austro-alemão.

O livro "Psychopathia Sexualis" de Krafft-Ebing, publicado pela primeira vez em 1886, definiu diversas práticas sexuais, incluindo a homossexualidade, bissexualidade e pedofilia, como patologias determinadas por um estado mental que, em última análise, traçava uma desordem cerebral.

Cantor rejeita o julgamento moral de Krafft-Ebing e define vários comportamentos de "parafilia" como inclinações sexuais causadas ​​por diferenças perceptíveis nas estruturas cerebrais e de funcionamento, o que ele chama de "conexões cerebrais".

A equipe de pesquisa de Cantor no Laboratório Kurt Freund Phallometric realiza experimentos com agressores sexuais condenados. Aos homens são mostradas imagens de nudez de crianças e adultos de vários sexos, enquanto um aparelho mede o fluxo sanguíneo para seus pênis, segundo o relatório Times.

O método, chamado falometria, foi inventado por Freund em 1950. Cantor disse que ele mede com precisão os interesses sexuais em 90 por cento dos homens.

Cantor descobriu que pedófilos são mais baixos, em média, e são três vezes mais propensos a ser canhotos ou ambidestros.

Seus QIs são cerca de 10 a 15 pontos mais baixos, e eles são mais propensos a lesões na cabeça na infância, uma característica que Cantor atribui a uma afalta de jeito inata.

Cantor descobre que os pedófilos são em maioria esmagadora homens, cerca de um terço dos quais preferem meninos, cerca de um terço prefere meninas e um terço são atraídos por ambos.

Em uma entrevista para o programa canadense "The Agenda" no canal TVO, Cantor disse que a pedofilia não é um distúrbio psicológico de algo "que deu errado em suas paternidades", mas um distúrbio biológico de tal forma que "há algo no cérebro de um pedófilo que é diferente do que está no cérebro de um não-pedófilo."

Na entrevista, Cantor declarou: "Ninguém escolhe ser atraído por adultos, ninguém escolhe ser atraído por crianças", afirmando "Ou você é conectado dessa forma ou você não é."

Ele também observou que pessoas atraídas por menores não são todas necessariamente molestadoras.

Cantor argumentou: "Seremos capazes de fazer muito mais contato com essas pessoas (pedófilos) quando nós indicarmos-lhes que sabemos que eles não escolheram isso, sabemos que eles não tiveram oportunidade de selecionar o que os atraem, o melhor que podemos fazer na terapia é administrar os seus interesses sexuais."

Ele afirmou: "Ninguém jamais desenvolveu uma terapia que é capaz de mudar os interesses sexuais de alguém."


Normalizar a imoralidade

Normalizar o que a psicologia tradicional tinha considerado uma patologia sexual foi uma estratégia chave movendo a pesquisa de Alfred Kinsey e do Instituto Kinsey em "variações sexuais", escreveu a comentarista do WND Judith Reisman em seu livro de 2010 "Sexual Sabotage".

"Nossas leis não são mais baseadas na moralidade judaico-cristã, mas na imoral 'moralidade' de Kinsey: um mundo adúltero, fornicador, abortista, viciado em pornografia, masturbador, impotente,  sádico, masoquista, bissexual, homossexual, exibicionista, voyeur e abusador de crianças", disse ela.

"Estas verdades são difíceis de aceitar, ainda que cruciais. Os americanos devem vir a entender o que deu errado e como nós mudamos de um país voltado para a família e falho, mas honorável país, para um obecado por sexo e violento."

O editor-chefe do WND David Kupelian, em seu bestseller de 2005 "The Marketing of Evil", advertiu que a pedofilia era o próximo comportamento sexual que a esquerda política tentaria normalizar.

Alfred Kinsey entrevistando um participante da pesquisa (Instituto Kinsey)

"Acredite ou não, até abuso sexual infantil, estupro e incesto (que seus apologistas eufemisticamente agora chamam de 'sexo adulto-criança' e 'sexo intergeracional') estão lentamente, mas com certeza, ganhando respeitabilidade", escreveu Kupelian.

Kupelian observou que muitas pessoas "pensam que fazer sexo com crianças é uma coisa boa", apontando para 100 mil sites na época oferecendo pornografia infantil ilegal. Em todo o mundo, na época, a pornografia infantil gerou US $ 3 bilhões em receitas anuais.

Como o WND relatou, um livro publicado em 2005, contou com múltiplos "especialistas"  Ph.D., alegando que o sexo com crianças "pode beneficiar" os meninos e até mesmo servir uma "função de orientação."

Dois dias após o WND ter exclusivamente informado sobre o novo livro, a editora anunciou que estava cancelando o livro à luz do clamor público que a história levou.

O livro, "Desejo do Mesmo Sexo e Amor na Antiguidade Greco-Romana e na Tradição Clássica do Ocidente" contou com tratados "eruditos" pela maior parte dos acadêmicos Ph.D. que elogiaram civilizações anteriores – particularmente Grécia e Roma – pelo papel da homossexualidade desempenhado em suas culturas.

Em um capítulo intitulado "Pederastia: Uma Integração de Dados Interculturais, de Diversas Espécies e Empíricos", Bruce Rind, Ph.D., elogiou o abuso sexual infantil desenfreado que teria ocorrido naquelas sociedades, em certo ponto citando a evolução como apoio a uma visão de mundo pró-pedofilia.


Recuo da APA

Rind trouxe uma publicidade desfavorável para a Associação Americana de Psicologia em 1999 quando a organização publicou em seu jornal revisado oficial, APA Bulletin, um relatório contestando a nocividade de abuso sexual infantil.

Intitulado "Um Exame Meta-Analítico de Propriedades Adotadas de Abuso Sexual Infantil Usando Amostras Universitárias", o relatório de Rind e outros alegou que o abuso sexual infantil poderia ser inofensivo e benéfico.

Quando, no outono passado, a APA revogou sua polêmica designação da pedofilia como uma "orientação sexual", após uma feroz oposição, disse que em vez disso o texto do seu novo manual deveria ser interpretado como "interesse sexual".

"Na verdade", disse o comunicado, "a APA considera a desordem pedófila uma 'parafilia', não uma 'orientação sexual'."

Ele acrescentava: "A APA posiciona-se firmemente por trás dos esforços para processar criminalmente aqueles que abusam sexualmente e exploram crianças e adolescentes. Também apoiamos os esforços contínuos para desenvolver tratamentos para pessoas com transtorno pedófilo com o objetivo de prevenir futuros atos de abuso."

Em outubro, o colunista do WND Matt Barber escreveu sobre os esforços dos progressistas para reverter leis contra a pedofilia.

Ele apresentou o caso de Kaitlyn Hunt, de 19 anos, condenada por ter abusado sexualmente de uma menor, uma menina de 14 anos de idade, que, no entanto, tornou-se uma causa célebre entre os ativistas de "direitos dos homossexuais".

Barber lembrou que há dois anos ele participou de uma conferência pelo grupo pedófilo B4U-ACT.

Dr. Fred Berlin, da Universidade Johns Hopkins deu a palestra, abrindo com "Quero apoiar completamente a meta da B4U-ACT."

Entre as afirmações feitas na conferência estava a de que os pedófilos são "injustamente estigmatizados e demonizados" pela sociedade, crianças "não são inerentemente incapazes de consentir" sexo com um adulto e o desejo de um adulto de ter sexo com crianças é "normativo".

Barber disse que uma crença de consenso por ambos os palestrantes e pedófilos presentes foi essa, porque vilipendia "pessoas atraídas por menores", a pedofilia deve ser removida como um transtorno mental do  Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais da APA da mesma maneira que a homossexualidade foi removida em 1973.


Fonte: WND

Tradução: BPQ

Ver também:

Associação de Psiquiatria Americana Insiste em Classificar Pedofilia Como Opção Sexual, Mas Recua

ONU Concede Credenciamento ao Instituto Kinsey


segunda-feira, 27 de janeiro de 2014




Wendy Wright

NOVA IORQUE, EUA, 24 de janeiro (C-FAM) Um grupo acadêmico cuja pesquisa foi obtida de pedófilos e lançou a revolução sexual nos EUA recebeu credenciamento da ONU.


Alfred Kinsey

O infame Relatório Kinsey foi a base para afrouxar atitudes e penas para crimes sexuais contra mulheres e crianças, e para promover abrangente educação sexual que ensina crianças pequenas acerca de atos sexuais.

Nesta semana o Instituto Kinsey foi diante do comitê da ONU que credencia grupos para participar da ONU no final de janeiro. Isso chega num momento em que grupos pró-aborto estão fazendo campanhas para que abrangente educação sexual seja uma parte importante da agenda de políticas e trabalho de desenvolvimento da ONU.

Alfred Kinsey afirmava que crianças são sexuais desde a infância. Suas fontes principais eram homens adultos que registravam detalhes acerca de seus contatos sexuais com crianças para seu livro “Sexual Behavior in the Human Male” (Conduta Sexual no Macho Humano).

Certo homem forneceu a Kinsey detalhes de seu abuso de 1917 a 1948, mostrados na Tabela 34 do livro de Kinsey. Registra o número de “orgasmos” em certos períodos de tempo de crianças de 5 meses a 14 anos.

Orgasmo é definido como “convulsões violentas,” “gemidos, ou choros mais violentos, às vezes com abundância de lágrimas (principalmente entre crianças mais novas),” “dor excruciante,” “lutará para se afastar do parceiro e poderá fazer tentativas violentas de evitar o clímax, embora obtenha claro prazer da situação.”

Outra fonte de Kinsey começando em 1943 — durante a 2ª Guerra Mundial — era um oficial nazista alemão, Fritz von Balluseck, que em 1957 foi condenado por abuso sexual de crianças por mais de 30 anos. O juiz teria dito: “Tive a impressão de que você chegou às crianças a fim de impressionar Kinsey e lhe entregar material.”

Kinsey afirmou que 95 por cento dos homens cometiam crimes sexuais, de modo que a sociedade deveria redefinir o que era “normal” e reduzir as penas de crimes sexuais. Ele testificava em favor de estupradores de crianças e seu trabalho ajudou a mudar as leis, tornando-as tolerantes para crimes sexuais.

“É claro, sabíamos quando entrevistávamos os pedófilos que eles continuariam sua atividade, mas não fazíamos nada sobre isso,” Paul Gebhard, sócio de Kinsey, disse ao jornal. “Não teríamos nenhuma pesquisa se os entregássemos [às autoridades].”

Gebhard, que se tornou diretor do Instituto Kinsey, mais tarde disse: “Era ilegal e sabíamos que era ilegal e é por isso que muita gente está furiosa.”

Kinseu assegurava a “seus informantes que eles ficariam no anonimato” e evitava “todo juízo de valor em relação à conduta deles,” declarou John Bancroft, diretor do Instituto Kinsey.

Certa vítima de um estuprador de crianças ligado a Kinsey se apresentou. Quando “Esther White” (um pseudônimo) tinha 9 anos, ela encontrou uma folha de papel “e meu pai estava selecionando coisas que ele estava fazendo comigo.” Depois que Kinsey entrevistou Esther, ele entregou ao avô dela um cheque de cerca de 6.000 dólares.

Em 1964, o Instituto Kinsey lançou SIECUS para promover a ideologia de Kinsey por meio da educação sexual. SIECUS já tem reconhecimento da ONU e se tornou muito influente ali. A Educação Sexual Abrangente de SIECUS ensina crianças de 5 anos acerca da masturbação e do envolvimento em conduta sexual com outros para mostrar carinho.

O Instituto Kinsey fornece bolsas de estudo honrando John Money, um pioneiro da “identidade de gênero” e responsável pela operação de mudança de sexo de um bebê contada no livro “The Boy Who Was Raised As a Girl” (O Menino que Foi Criado como Menina). O menino acabou cometendo suicídio. A clínica de identidade de gênero de Money no Hospital Johns Hopkins foi fechada por seu sucessor.

A organização homossexual ILGA perdeu seu credenciamento na ONU em 1993 devido às suas ligações com grupos que promovem a pedofilia.

Um documento vazado pelo WikiLeaks intitulado “Certificação da Pedofilia” mostra que os EUA conduziram uma “análise detalhada” em 2010 e agências da ONU certificaram que ninguém havia credenciado nenhuma organização que promove ou desculpa a pedofilia.


Tradução: Julio Severo

Fonte: Friday Fax



Leitura recomendada:

O monstro conhecido como Kinsey

Anarquia sexual: o legado de Kinsey

Começou a normalização da pedofilia?

Leis gays abrem caminho para “direitos” dos pedófilos



Fonte: Júlio Severo

sábado, 30 de novembro de 2013




Por ANAJURE


Cartilhas, livros didáticos e livros infanto-juvenis têm sido usados como estratégias para tornar o homossexualismo algo natural. O objetivo do Movimento LGBT tem sido desconstruir a heteronormatividade e os fundamentos da cultura judaico-cristã.


Trabalhar a consciência de jovens e adultos, não é mais suficiente. Agora, a meta do Movimento de Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros (LGBT) em todo o mundo é doutrinar os indivíduos desde a infância e adolescência, despertando a sexualidade desses, para que possam “desabrochar o seu lado feminino ou masculino” sem crises. Escolas de Ensino Fundamental e Médio em todo o mundo têm sido bombardeadas por estes ensinamentos e com o apoio do Estado que, na maioria dos casos, é quem financia a produção e divulgação do material com o dinheiro dos cidadãos contribuintes. A meta do movimento LGBT é orientar e educar as crianças para que elas possam ser, mais facilmente, objeto do que eles chamam de 'desconstrução da heteronormatividade'.

No Brasil, o grupo tem orientado o governo neste sentido, buscando junto ao Ministério da Educação, que lições “anti-homofóbicas” sejam inseridas nos livros didáticos. Lições estas, em realidade, submetem meninos e meninas à ensinamentos bissexuais, e os estimulam a se descobrirem sexualmente com a justificativa de que isso é comum, normal, natural.

Um exemplo disso é a ilustração de um livro alemão (de onde foi retirada a imagem no início do texto) que ficou bem conhecido no Brasil, na metade deste ano. O livro mostra o dia-a-dia de um casal homossexual e sua convivência de sucesso com o “filho” adotivo. Na Holanda, em 2000, a escritora Linda de Hann lançou o livro ‘Koning & Koning’ que foi traduzido para o inglês ‘King & King’ e já existe a versão em português ‘Prìncipe e Príncipe’. Um conto de fadas, onde o príncipe vai se tornar rei, mas não quer se casar com uma princesa. Já em 2010, o prefeito da capital holandesa Amsterdã, Eberhard Van Der Laan, declarou que iria inserir personagens homossexuais nos livros escolares, para que as matérias abordem a homossexualidade com naturalidade.

Em dezembro do ano passado, no Rio de Janeiro, cartilhas produzidas para o público gay foram distribuídas livremente no IFRJ (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro) – instituição de ensino voltada para adolescentes e jovens – com um conteúdo que chocou pais e mesmo alunos, pelas imagens explícitas, sem nenhum pudor, de relação sexual entre homens, além de linguagem pesada, obcena e de duplo sentido. Mais ainda, a cartilha orientava que o sexo poderia ser seguro mesmo sem o preservativo. Quando o caso chegou à imprensa e foi investigado, representantes do movimento LGBT informaram na época que desconheciam a ação e que a distribuição do material foi feita por um grupo isolado. O material teria sido enviado da Holanda.

A direção do IFRJ, por sua vez, declarou que a distribuição das cartilhas foi feita durante a 5ª Parada da Cultura, que é um evento aberto ao público em geral, e que, portanto, a distribuição do material ocorreu sem sua autorização. Seja como for, as informações do IFRJ e do Movimento LGBT não levaram aos responsáveis pela distribuição, porém o material chegou ao ponto de ser entregue a adolescente de até 13 anos de idade.

Algumas cartilhas produzidas com a intenção de complementar o material didático, na verdade tem causado confusão na mente dessas crianças, pois o corpo e a formação psicológica, em sua maioria, não estão preparados para um incentivo à auto-descoberta deste nível. No início do ano, cartilhas com ensinamentos sexuais foram distribuídas em vários Estados do Brasil, porém um grupo de parlamentares do Congresso Nacional realizou uma campanha para a retirada do material de circulação e conscientizando os pais sobre o perigo deste conteúdo.

Os Ministérios da Saúde e da Educação já foram responsabilizados, até em juízo, pela produção de materiais que “educam sexualmente” e “orientam” sobre o uso das drogas (orientando a usar a droga de forma responsável). Esses conteúdos eram destinados a crianças entre 8 e 12 anos, onde em alguns casos foi pedida a confidencialidade, e a criança não poderia revelar aos pais. Há relatos de casos no Rio de Janeiro nos quais, com o material distribuído livremente nas mãos dos alunos, isso começou a causar sérios prejuízos à saúde das crianças (meninas), pois, ao ensiná-las a se masturbar, elas acabavam inflamando seus órgãos genitais (informação confirmada por ginecologistas que procuraram o apoio parlamentar em Brasília). Do mesmo modo, meninos começaram a freqüentemente sair da sala de aula para estimularem-se sexualmente no banheiro.

Grandes campanhas realizadas por cristãos no país, ainda buscam impedir que tais materiais cheguem às mão das crianças dentro das escolas e lutam contra qualquer tipo de apologia à pedofilia, manipulação de estatísticas, violação de direitos, abusos e exploração, como é o caso da ANAJURE. Se você conhece algum caso assim, denuncie à nossa associação.


Fonte: ANAJURE - Movimento LGBT em todo o mundo foca em crianças e adolescentes para propagarem seus ideais de liberação sexual

quarta-feira, 27 de novembro de 2013








A exposição precoce das crianças a tais conteúdos nada mais é do que o outro lado da moeda que defende a descriminalização e legalização da pedofilia.


Por Camila Hochmüller Abadie


Na última edição do programa Encontrando Alegria, que teve como a sexualização nas escolas, nossa entrevistada, a psicóloga e psicanalista Rejane Soares, relatou o episódio vivido por suas duas filhas em uma das mais renomadas escolas católicas de Belo Horizonte - MG. As meninas foram submetidas a uma aula de educação sexual perturbadora, para dizer o mínimo.


Abaixo, complementando a entrevista, publico algumas das fotos que Rejane mo enviou antes de gravarmos a entrevista, para que eu visse sobre o que ela se referia. ADVIRTO: AFASTEM AS CRIANÇAS DE PERTO DO COMPUTADOR. As imagens são "fofinhas" porque o estilo é infantil, mas o conteúdo não é.

Canto inferior esquerdo: os pais como tolos, assustados, inseguros. A professora na imagem principal como a pessoa certa para responder as questões e ensinar sobre sexo.


A identidade sexual como algo a ser construído. "Não é beeeem assim essa coisa de ser menino e ser menina."


Pais idiotas e indiferentes.


Subversão total da autoridade: os pais na cadeira dos réus, as crianças julgando e a professora dando a sentença.

Sério: quem, tendo vivido uma infância sem abusos e superexposições,
é capaz de colocar-se tais questões aos 10 anos de idade?!


Sutil, não?

Jogando querosene na imaginação das crianças. Mais explícito que isso só num filme pornô.

 


Riscando o fósforo.Descrição detalhada.


Restam dúvidas sobre as intenções do governo com tais cartilhas?
Repito aqui o que disse no programa (e vou um pouco além): a exposição precoce das crianças a tais conteúdos nada mais é do que o outro lado da moeda que defende a descriminalização e legalização da pedofilia. Ou seja, pretende-se forçar um despertamento sexual cada vez mais cedo para que, quando a pauta pedófila prevalecer, as crianças já não tenham mais a menor chance de proteção e defesa: nem da lei, nem da cultura, nem dos pais, nem mesmo dos seus próprios sentimentos de estranhamento e rejeição, pois já terão sido expostas a um conteúdo com o qual não possuem condições psíquicas de lidar e diante do qual não conseguem resistir.
Meu recado aos pais que têm filhos na escola: fiquem de olho! E demonstrem aos professores e coordenação que estão de olho! Conversem com os outros pais, troquem informações, convivam, tomem iniciativas juntos. Peçam as listas de livros que serão adotados no ano seguinte, pesquisem antes, intervenham, façam outras propostas quando as que a escola oferecer não forem boas. Enfim, não deixem a coisa correr à revelia! Cheguem junto! E se a coisa piorar e não houver chance de mudança da situação, exijam que as crianças sejam dispensadas da aula. E se nada disso resolver, o homeschooling está aí para isso.



Camila Hochmüller Abadie é mãe, esposa e mestre em filosofia. Edita o blog Encontrando Alegria, e apresenta o programa 'Encontrando Alegria' na Rádio Vox.



Fonte: Mídia Sem Máscara - Sexualização nas escolas

domingo, 3 de novembro de 2013



Nota de Julio Severo: A APA classificou ou não a pedofilia como “orientação sexual”? Sim, classificou, conforme a organização jurídica Liberty Counsel. Mas depois da revolta do público, a APA voltou atrás. Embora as informações online da APA não mais mencionem a pedofilia como “orientação sexual,” seu manual impresso, chamado de MDED, tem esse “erro” registrado, que a APA promete corrigir na próxima edição. Se o público não tivesse se revoltado, o “erro” não precisaria ser removido?

Washington, DC, EUA — A Associação de Psiquiatria Americana (APA) mudou a definição de pedofilia de novo. Na quinta edição do Manual Diagnóstico e Estatístico de Desordens Mentais (MDED), a APA mudou a classificação da pedofilia de “desordem” para “orientação sexual,” mas depois da indignação do público, a APA fez uma declaração dizendo que foi engano. “A ‘orientação sexual’ não é um termo usado nos critérios de diagnósticos para definir a desordem pedofílica, e seu uso na discussão do texto do MDED-5 é um erro e deveria ser lida como ‘interesse sexual.’”

Ao lançar o MDED-5 original, a APA disse que “marcava o fim da jornada de mais de uma década revisando os critérios para diagnosticar e classificar desordens mentais,” com a colaboração de “profissionais das classes de medicina e saúde mental, pacientes e suas famílias, e membros do público.”

“É evidente que se reclassificar a pedofilia fosse meramente um ‘erro,’ teria sido visto na jornada da ‘década,’” diz Mat Staver, fundador e presidente do Liberty Counsel.

“Quer seja classificada como ‘orientação sexual’ ou ‘interesse sexual,’ qualquer iniciativa para legitimar a pedofilia dará aos pederastas todos os argumentos de que eles precisam para remover as leis de idade de consentimento, e as crianças sofrerão,” diz Staver.

As mudanças não científicas da APA envolvendo a pedofilia estão cheias de polêmica durante os anos.

  • Na Terceira edição do MDED, a APA disse que alguém que praticava a atração sexual por crianças era pedófilo.
  • No MDED-4, a APA mudou os critérios, dizendo que a pedofilia era apenas uma desordem se “provocasse angústia clinicamente significativa ou danos em áreas sociais, ocupacionais ou outras importantes áreas de funcionamento.”
  • O estudo Rind apareceu e concluiu que os relacionamentos “consensuais” entre homens e meninos não eram necessariamente prejudiciais.
  • Depois da indignação com o estudo Rind, a APA disse que os valores morais estavam atrapalhando o estudo científico.
  • A impressão original do mais recente MDED-5 mudou a pedofilia para “orientação sexual,” mas de novo a indignação pública fez com que os especialistas de psicologia admitissem um “erro” que será corrigido na “próxima impressão do manual.” O MDED-5 esteve sob consideração durante dez anos. É difícil aceitar que sua publicação foi um engano ou erro. Mais provavelmente, foi a indignação do público que provocou o recente comunicado de imprensa da APA.  


“A APA perdeu sua credibilidade com essa recente asneira por causa da classificação da pedofilia. A APA foi cooptada por uma agenda política. É difícil ver a APA de qualquer outra forma,” diz Staver. “As implicações de reclassificar a lei natural, quer seja para o casamento de mesmo sexo ou relacionamentos entre adultos e crianças, terão grande repercussão,” concluiu Staver.  

Liberty Counsel é uma organização internacional sem fins lucrativos de processos judiciais, educação e políticas públicas dedicada a avançar a liberdade religiosa, a santidade da vida e da família desde 1989, fornecendo assistência e representação gratuita nesses e outros assuntos.